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“Reforma da Previdência que governo propôs é necessária, urgente e errada”, diz especialista

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Renato Follador participa do Pânico; veja fotos

Renato Follador esteve no Pânico para discutir a nova reforma e ofereceu dicas para um

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Renato Follador esteve no Pânico para discutir a nova reforma e ofereceu dicas para um "plano B"

Renato Follador no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Renato Follador no Pânico

Renato Follador no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Renato Follador no Pânico

Renato Follador no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Renato Follador no Pânico

Renato Follador no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Renato Follador no Pânico

Renato Follador no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Renato Follador no Pânico

Renato Follador esteve no Pânico para discutir a nova reforma e ofereceu dicas para um "plano B"
Renato Follador no Pânico
Renato Follador no Pânico
Renato Follador no Pânico
Renato Follador no Pânico
Renato Follador no Pânico

A reforma da Previdência proposta pelo governo gerou confusão e deixou muitos brasileiros perdidos em relação ao que fazer para garantir sua aposentadoria. Em conversa com o Pânico na Rádio desta terça-feira (14), Renato Follador, especialista em previdência privada, explicou a nova proposta e ofereceu alternativas para a aposentadoria.

Follador defendeu a proposta do governo, mas ressaltou: “ela é necessária, urgente e errada”. Para o especialista, um dos erros está no cálculo de o trabalhador receber, na aposentadoria, 51 mais 1% por ano trabalhado. “Aleatoriamente se escolheu isso e não tem fundamentação. A proposta vai ser declarada anticonstitucional se for aprovada”, defendeu.

Contra isso, uma proposta de Follador seria diminuir o tempo de contribuição. “Ao invés da fórmula do governo em que a pessoa trabalha 49 anos, trabalharia 35”, falou ao reforçar que não deveria ter uma idade mínima para a aposentadoria. 

Conforme explicou, atualmente, a aposentadoria básica é de até 3 salários mínimos por mês. Para aqueles que sonham em receber mais que isso, a sugestão é poupar cada vez mais cedo e investir em um plano B: a Previdência Privada.

“Para ter renda maior do que 3 salários mínimos pode-se investir em fundos de pensão, PGBL ou VGBL  em banco, sempre observando a taxa de administração financeira e a rentabilidade dos últimos 5 anos”, explicou.

Renato Follador ainda falou sobre como a falta de planejamento do governo e a “cultura de dependência, de achar que o governo sempre irá oferecer o que precisamos” causaram a situação do déficit de previdência, que existe há mais de 20 anos.

“Governo e políticos que deveriam ter visão estratégica de longo prazo só tem visão para a próxima eleição. Tínhamos que ter feito essa reforma há 30 anos”, defendeu.


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